“Houve um homem enviado por Deus. Seu nome era João. Ele não era a Luz, mas veio para dar testemunho da Luz” (Jo 1,6. 8).” Assim, o quarto Evangelho apresenta João Batista, tal como o profeta, nosso novo prefeito tem um nome programático, ou seja, no nome já disse o seu programa de vida. Porém, a mim não agrada esta imagem que os batalhenses têm feito de João Messias como o salvador da Pátria, uma espécie de Messias que os salvará das desgraças, fruto de uma administração que passará à história como uma das mais contraditórias, que em quatro anos mais nos confundiu que criou esperança, ou mesmo as realizou! João Messias não será um salvador da Pátria, nem deverá se apresentar como tal. Por inúmeras razões sejam de ordem conjuntural, quer seja de ordem administrativa. Há que esperar muito pouco dos próximos prefeitos. Por força da má administração, muitos estados e municípios estão falidos. E a fatia mais gorda dos múltiplos impostos que pagamos é devorada pela União, que costuma...